Como ser um líder de excelência no século XXI

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O mundo do século XXI pode ser definido como o mundo VUCA. Essa sigla surgiu na década de 90 e foi criada pelo exército norte-americano para descrever o mundo em que vivemos atualmente. Traduzida para o português o VUCA representa o mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. Atualmente, as empresas buscam líderes capazes de lidar com esse novo mundo que deixou de ser estável e previsível tem se tornado cada vez mais dinâmico, caótico e repleto de incertezas.

O cargo de líder já coloca sobre os ombros uma gama de responsabilidades. Porém, nos dias de hoje, o líder não precisa apenas ser capaz de organizar e comandar uma empresa. O líder do mundo VUCA tem que ser capaz de lidar com imprevistos, com diferentes tipos de funcionários e patrões e saber se organizar em um ambiente que passa por constantes mudanças, ou seja, o que era novidade hoje estará ultrapassado amanhã.

O controle emocional também é um dos carros chefes para ser um bom líder. De acordo com a consultoria Catho, 80% dos casos de demissões dos casos de supervisão advêm de problemas emocionais. Segundo a psicóloga Camila Cury, dificuldades na liderança da equipe, de respeitar as diferenças e de ter tolerância são aspectos que podem dificultar uma liderança de sucesso.

Como ser um bom líder em um mundo VUCA

Levando em conta todas as considerações já feitas está mais do que claro que um líder no mundo atual precisa ter duas características principais. A primeira é a capacidade de se adaptar a todos os tipos de situações e se planejar não só para o que é previsto, mas também para as situações não previstas. A segunda é a capacidade de responder com agilidade às mudanças do cenário em que se encontra, pois estamos num mundo veloz em que decisões demoradas podem causar sérios prejuízos.

Para lidar com a volatilidade, é preciso manter o foco no destino, assim, o líder vai se adaptando ao que vier pelo caminho. Para contornar as incertezas é importante ter confiança, e acreditar na sua capacidade de tomar decisões. Com relação à complexidade, o diálogo permite ampliar a perspectiva sobre a situação, proporcionando mais clareza e entendimento. Já a ambiguidade é combatida por meio da ação, que pode ser implementada primeiramente em pequenas escalas, para possibilitar correção de rotas e aprendizados a partir dos erros.

Seja engajado

Primeiramente, é necessário saber diferenciar uma relação profissional saudável de relação afetiva, como explica a psicóloga. De acordo com a especialista em análise comportamental do Instituto Augusto Cury, não é necessário ser amigo de todos no ambiente de trabalho ou compactuar com seus ideais, porém é necessário ter um ambiente de solidariedade e saber se colocar no lugar do outro.

Um líder não é mais aquele que manda e a quem todos obedecem, no mundo VUCA ele é presente, se dispõe a resolver os problemas que surgem, investe na comunicação, sabe delegar, conhece seus colaboradores, trabalha seus potenciais e sabe ouvir a opinião deles. Para que isso seja possível é necessário estar engajado no que acontece dentro do ambiente de trabalho. Um bom líder é aquele que consegue fazer com que sua equipe dê o máximo de si.